Esta manchete sensacional costuma atrair leitores com factos comprovados médica e cientificamente. Do ponto de vista nutricional, a romã é considerada um dos alimentos mais valiosos.
Quais os seus efeitos e o que diz a ciência sobre ela?
Teor excecionalmente elevado de poderosos antioxidantes
As romãs contêm punicalaginas e ácido punícico – substâncias únicas com um efeito antioxidante significativamente maior do que, por exemplo, o chá verde ou o vinho tinto. Os antioxidantes ajudam a neutralizar os radicais livres e protegem as células do stress oxidativo.
Auxilia o sistema cardiovascular
O consumo regular de sumo de romã ajuda a:
Reduzir a pressão arterial: Atua como um inibidor natural da ECA e, assim, contribui para o relaxamento dos vasos sanguíneos.
Proteção contra o colesterol LDL: Previne a oxidação do colesterol, uma etapa fundamental no desenvolvimento da aterosclerose (endurecimento das artérias).
Efeito anti-inflamatório: A inflamação crónica é a causa de muitas doenças graves (doenças cardíacas, diabetes tipo 2, alguns tipos de cancro). As substâncias presentes neste fruto ajudam a inibir os processos inflamatórios no organismo, especialmente no trato digestivo.
Efeito no microbioma e na digestão: As fibras das sementes e os polifenóis atuam como prebióticos – nutrem as bactérias benéficas do intestino, o que afeta diretamente o sistema imunitário e a vitalidade geral.
O que considerar?
⚠️ Interações medicamentosas: Se toma medicamentos para a pressão arterial ou anticoagulantes (por exemplo, varfarina), fale com o seu médico sobre o aumento do consumo de romã. A romã pode afetar as enzimas hepáticas responsáveis pela metabolização destes medicamentos.