O meu cão congelou na relva e começou a farejar.

Este é um comportamento clássico que quase todos os donos de cães conhecem – e é realmente fascinante! Quando um cão congela subitamente e começa a farejar intensamente, geralmente descobriu uma “mina de ouro olfativa”.

Eis os motivos mais prováveis ​​pelos quais o seu amigo de quatro patas acabou de ativar o “modo congelamento”:

Leitura do “jornal canino”
Os cães recebem informação através da urina ou das secreções glandulares de outros animais. Quando congelam, provavelmente estão a processar dados muito complexos:
Quem lá estava? (Outro cão, o gato do vizinho ou talvez um animal selvagem?)

Quando foi?

Qual era o estado de espírito do animal? (Stress, calor, saúde, etc.)

Órgão de Jacobson (órgão vomeronasal)
Quando os cães farejam intensamente, por vezes praticamente “sentem” o cheiro. Pressionam a língua contra o céu da boca para direcionar as partículas para este órgão especial atrás dos incisivos. O congelamento ajuda-os a concentrarem-se totalmente nessa análise.

Apontar (instinto de caça)
Mesmo que o seu cão não seja um cão de caça, o instinto de “apontar” está muitas vezes ainda presente nos seus genes. Quando sente um cheiro (por exemplo, de um coelho ou de um pássaro) mesmo no nariz, o seu corpo congela para não assustar a presa e para sinalizar à matilha (você): “Há aqui qualquer coisa!”.

Perfume atraente
Por vezes, o congelamento é apenas um prelúdio para o famoso rolar. Neste momento, está a verificar se vale a pena carregar uma minhoca morta ou as fezes de alguém às costas como um novo “perfume”.

Uma pequena dica: dê-lhe tempo nesses momentos. Para nós, é apenas um pedaço de relva, mas para ele, é uma pequena história emocionante.

Rolou em algum lugar logo a seguir, ou simplesmente continuou a andar calmamente após cheirar?

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